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Ecos da campanha eleitoral

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Já, quase no final, desta festa cívica que toda eleição concretiza, pois somente nos países em que o regime democrático é uma realidade, as escolhas de seus governantes, tanto na linha majoritária, como na área legislativa, acontece, já que nos regimes onde impera o totalitarismo o povo não escolhe seus governantes. Aqui, em nosso município, na conjuntura política, partidos e eleição inúmeros fatos aconteceram, os quais poderiam ser comentados, porém pela atual Lei Eleitoral os meios de divulgação, no período eleitoral, estão impedidos de noticiar, divulgar qualquer ato que traduza uma inclinação contra ou a favor de alguma candidatura. O que se constata até esta data é que foi uma campanha pacífica, civilizada, afora algumas ofensas faladas. O quadro eleitoral foi bastante alterado com a sucessão de trocas de partidos nas composições das coligações partidárias.
Agora, diante desta agitação partidária, para comprovar o acerto ou fracasso destes “descolamentos”, somente dia 02 de outubro de 2016 irá retratar.
Não só para alcançar os leitores da coluna, mas tendo uma abrangência maior, escrevo, repetindo, o que li: A complexidade e a adversidade da condição humana tornam a convivência democrática um exercício desafiador que precisa se socorrer, nas sociedades livres, de mecanismos de medição das vontades em conflito. Para que o sistema democrático funcione, é necessário que tanto no plano individual como no coletivo os cidadãos aceitem o fato de que nem sempre suas vontades ou convicções podem prevalecer e, por isto, devem acatar democraticamente as decisões da maioria. As leis enquanto não são mudadas, pelo consenso ou pelo voto da maioria, precisam ser respeitadas.
Fora isto não existe convivência democrática.

Canto da Poesia
Trago hoje o trabalho do senhor WALDIR PORTO ALTAMIRANDA. Vindo de Santana do Livramento e agora está com a gente escrevendo suas poesias.

Corpos Ardentes
Faço um poema dentro do poema,
Assim como você está dentro de mim,
E nos meus versos definindo a poesia,
Tiro deste jardim da imaginação,
A mais bela flor para dar,
A você, meu amor,
Esta flor tão simples e bela,
Que exala seu perfume,
Misturando ao perfume de seu corpo...
Meu poema lírico fica ainda,
Mais emocionante,
Numa combinação perfeita,
Entre sua beleza e os meios
Extraídos nesse desejo sublime,
De amar muito mais...
Sentimos o conúbio
Em seu ápice final no êxtase...
E é aí que minha alma absorta
Fica na contemplação...
Quando parece termos a perda
Da consciência da própria existência
Sinto que tudo isto é poesia
dos meus sentidos
Em gênero, grau e número.

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