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Pornografia desenfreada, repugnante nos canais de televisão

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Com uma sensação entremeada de amargura, aflição e inquietação, verifico a cada dia e a cada hora mais se alarga a libertinagem em todos os meios da sociedade. Escolhi para me servir de ponto de apoio nesta minha indignação e revolta, a grande quantidade de canais de televisão que se prestam em expor sem nenhum pudor e nenhuma decência uma programação em horário diário e em todas as horas do dia, programas em que a devassidão, a libidinagem e a obscenidade é matéria prima das produções apresentadas. A quantidade destes canais, que no meu entendimento, pertencem ao supra-sumo do lixo televisionado, até ontem eram dois, atualmente já quase atinge meia dúzia. O que gera um sentimento de cólera e repulsa é que esta porcaria não tem hora nem dia de suas exibições e, portanto, pode ser assistida por qualquer criança ou adolescente. As cenas são dantescas, chegando perto daquelas escritas na Divina Comédia, de Dante Alighieri, obrigando às “artistas” a se colocarem em situações degradantes, repugnantes, infamante. Olha, não compreendo como até agora legião de feministas, tão ciosas e, em boa hora, estão na defesa dos direitos das mulheres, ainda não tomaram para si uma forma de lançar algum movimento de trazer à mulher, qualquer que seja sua atividade, dignidade, humanidade e outros direitos emanados da própria vida.

O site do Jornal Antena
Induvidosamente o site www.jornalantena,com.br é um dos mais conhecidos e o mais fácil de manusear. Constato isto, não por minha opinião, mas pelas pessoas que de muito longe acompanham meus artigos e, por certo, os demais assuntos trazidos pelo nosso Jornal. São informações vindas de Florianópolis, São Paulo, Porto Alegre e diversas outras cidades do estado. Parabéns!

 

Para não perder a alegria de viver, vamos a poesia
Sem razão

Desapareceram todas as indagações,
Pois eu sei: só tu poderás
Ser a portadora da minha felicidade,
E, olha, procurei
A danada da fonte da vida
Em incontáveis lugares e,
Em nenhum deles ela apareceu.

Não surgiu, não
Já que tu não estavas presente.

Não estavas junto a mim,
Na tristeza e no desalento,
Eu só agora sei
Que tu carregas minha alegria de viver

Se tu, com ela moras
Por que não me a entregas,
Mesmo que não venhas
compartilhar dela comigo.

Por certo queres saber como é doloroso,
Viver num mar de lágrimas,
Ficar preso ao gélido mundo da solidão,
Saber que só acreditar não abranda,
A vontade de tê-la.

Vem, traze para meu corpo o teu corpo,
E a felicidade que é minha,
E de mim tu a roubaste.
Machuca-me por outros meios e formas

Rendo-me aos teus pedidos,
Às tuas exigências,
Mas cede a minha alegria de viver,
Pois sem ela vou morrer,
Por um amor,
Sem ter amado.

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