Jornal Antena - Encantado RS

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Muçum

Muçum está entre os municípios mais transparentes do Estado

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Anualmente o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE - RS) realiza o balanço do cumprimento das Leis de Acesso à Informação e de Responsabilidade Fiscal do poder executivo e legislativo dos municípios. Em recente divulgação, o executivo de Muçum alcançou posição de excelência no Estado, pois atendeu todos os 31 itens analisados. O levantamento foi feito com base nos dados do ano de 2017.
As Leis de Acesso à Informação e de Responsabilidade Fiscal compreendem o direito do cidadão de obter dados sobre as atividades exercidas por órgãos públicos e entidades, incluindo questões políticas, de organização e de serviço. Para ser considerado “transparente” os municípios precisam fornecer, em seus sites, as informações em locais de fácil acesso, ou seja, de maneira que qualquer cidadão consiga procurar o informe dentro do site.
Os sites examinados pelo TCE - RS são aqueles registrados no Sistema de Cadastro (SISCAD). Entre os pontos analisados pelo Tribunal de Contas do Estado estão a disponibilização de informações organizacionais, registro de repasses ou transferências, registro de despesas, relatórios da transparência da gestão fiscal, a existência de um canal de comunicação com o cidadão (“fale conosco”, ouvidoria, telefone ou e-mail), entre outros.

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“Curva da morte” exige cuidado redobrado

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No final do mês de abril, mais um acidente no km 86 da ERS-129 veio para aumentar o número de sinistros no local que ficou conhecido como “Curva da Morte”. O fato aconteceu no dia 27, quando um motorista sofreu ferimentos ao bater o caminhão e bater no trevo secundário do município de Muçum. O condutor descia a serra e perdeu o controle do veículo. Acredita-se que houve problema mecânico. O condutor, de 75 anos, foi encaminhado para atendimento hospitalar.
Os dados fornecidos pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar mostram que ocorrências são registradas no local anualmente. Neste ano, dois acidentes já foram registrados no local.

Ano      Acidente com lesão         Vítima fatal
2013           02                                    01
2014           02                                    00
2015           00                                    00
2016           02                                    00
2017           00                                    00
2018           02                                    00

Uma área de escape
Uma situação parecida com a chamada Curva da Morte acontece na BR-376, em Guaratuba, no Paraná. O local era conhecido pelos acidentes, já que é o ponto depois de uma descida de 700 metros em uma serra. Há cerca de sete anos, a empresa que administra a rodovia instalou uma área de escape para evitar acidentes graves de quem perde o freio na descida.
A saída encontrada pela empresa consiste em uma espécie de caixa que tem 1,5m de profundidade, preenchida com pedras. O espaço é feito de argila expandida, mesma tecnologia usada nas áreas de escape de pistas de corrida. O material faz com que os pneus dos veículos afundem e que a velocidade seja diminuída em um curto espaço de tempo. Conforme a empresa, as pedras não costumam estragar o caminhão, e o veículo pode seguir viagem normalmente depois de utilizar o espaço.

O que diz a Policia Rodoviária
O comandante da Polícia Rodoviária de Encantado, sargento Paulo Renato Bernardi da Silva,fala sobre o nome que a população deu ao km 86, no trevo secundário de acesso ao município de Muçum. “Entendo que a população usa o nome como referência, mas salientamos que a acidentalidade ocorre sim por imprudência ou negligência, em que condutores ignoram o risco e transitam de forma agressiva, propiciando assim o evento de trânsito”, frisa.
Bernardi lembra que a forma para evitar estes acidentes é a prudência. “Recomendamos aos usuários da rodovia que realizem sempre uma direção defensiva, procurando planejar seus deslocamentos, não efetuando infrações de percurso, como ultrapassagens, respeitando os limites de velocidade e, principalmente, respeitando a todos”.
Muitos dos acidentes ocorridos no local envolvem caminhões, ou veículos de carga, que são mais pesados. Novamente, segundo o comandante, a causa da grande maioria destes sinistros está na forma de conduzir o veículo. “Acidente com veículos de carga dá-se em sua maioria por imprudência ou negligência dos condutores, pois trata-se de uma região de declive acentuado, onde está devidamente sinalizado e orientado aos condutores para adotarem medidas de segurança no trajeto, mas muitos ignoram, originando, assim, acidentes”, finaliza.

Posicionamento da EGR
A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), responsável pelo trecho, se limitou a dizer que é preciso respeitar as sinalizações. “A EGR reforça a importância de que seja respeitada a velocidade máxima permitida no trecho, que é de 60 km/h, assim como os tachões na pista que indicam ultrapassagem proibida. O local também conta com placas que indicam a proximidade de curva acentuada. Toda a sinalização vertical e horizontal da rodovia será renovada ainda no primeiro semestre”. A empresa, questionada sobre a construção de uma área de escape, respondeu que “por enquanto, não há previsão de implantação deste tipo de área no local”.

O que diz a prefeitura
O prefeito de Muçum, Lourival de Seixas, lembra que esta é uma rodovia estadual e pedagiada, o que tira a responsabilidade da Administração Municipal sobre ela. “Não podemos alterar nada no local no que compete a alterações estruturais. O máximo que podemos fazer é pressionar a EGR sobre o local, explicando o quanto é importante fazer algo para evitar que mais acidentes ocorram, machucando as pessoas e até levando vidas”, explica. Seixas ainda destaca que este problema voltou à pauta. “Vou levar este assunto a debate novamente para as autoridades competentes”.

O que dizem os caminhoneiros
Caminhoneiro há 14 anos, Cleber Auler, de 34 anos, ressalta que o local é bastante perigoso. “Mesmo para caminhoneiros experientes, que passam pelo local com frequência, é preciso muito cuidado, pois o trajeto é bastante perigoso”. Felizmente, ele nunca teve problemas no local, mas como profissional, acredita que algo deve ser feito para evitar outros acidentes. “Acredito que o trajeto da curva deva ser aberto, bastante alterado. Se tu descer o trajeto e chegar ali com problemas, tu acaba batendo contra um paredão de pedra, o que torna o local ainda mais perigoso. Creio que a solução seria abrir mais os dois lados da via, para que, caso o motorista perca o controle, tenha mais espaço para contornar a situação e tentar fugir de um acidente”, comenta.
Rafael Schwambach, de 25 anos, trabalha nas estradas há cerca de 4 anos e meio, e costuma viajar para as regiões de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso, mas sendo morador de Roca Sales, ele conhece a ERS-129 e seus perigos. “O local é bastante perigoso. Veículos de carga possuem sistema de frenagem diferente, que com o excesso de uso podem esquentar demais e não funcionar. Por isso, dependendo do peso que estamos transportando, temos que usar o pedal do freio o mínimo possível, tendo como ajuda o freio do motor. Claro que responsabilidade e velocidade baixas são essenciais na estrada”, comenta. Viajando pelas mais diversas estradas do país, Schwambach conhece o sistema chamado de cancha de areia ou cancha de pedra: uma área de escape. “Vejo em serras mais extensas, áreas de escape, onde o caminhão, já sem freio, entra e a areia segura o caminhão, mas não sei se em Muçum há espaço útil para uma obra destas”. O caminhoneiro acredita que parte da responsabilidade dos acidentes está no cuidado. “Claro que estas canchas ajudam, mas acho que nós motoristas temos que descer com prudência e paciência. Vejo em outras serras que tem o sistema de cancha, e já vi muitos acidentes antes ou depois deste escape, e muitas vezes, acidente fatal, então, resumindo, temos que ter prudência e descer com responsabilidade qualquer serra, a vida é uma só, não custa nada perder dez minutos a mais para descer”, comenta.

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Reunião da Amturvales abre programação da Semana do Município de Muçum

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Na manhã desta quinta-feira, dia 24 de maio, lideranças do Vale do Taquari e Serra Gaúcha pertencentes a Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales) reuniram-se na Câmara de Vereadores de Muçum para discutir a formatação da rota turística “Pelos Caminhos do Pão e Vinho”. Na ocasião, foram apresentados os pontos turísticos da região. A reunião integrou a programação de aniversário de Muçum.
O projeto prevê a ligação asfáltica entre o Vale do Taquari e Serra Gaúcha, que facilitará o desenvolvimento econômico e turístico local. Com a conclusão da estrada, os visitantes terão acesso a pontos como o Vale dos Vinhedos, Vale do Rio das Antas, Estrada do Sabor, vinícolas, grutas, capelas e igrejas.
Durante o encontro, o presidente da Amturvales, Rafael Fontana, ressaltou o esforço dos prefeitos em Brasília, junto ao Ministério do Turismo, para que o projeto seja executado. Além disso, ele reforçou o convite para a caminhada pelos Caminhos do Pão e do Vinho, que ocorre no dia 31 de maio, às 07h30min, saindo do Complexo Arquitetônico do Museu do Pão, em Ilópolis. Serão percorridos 100 km com o objetivo de chamar a atenção das autoridades sobre a importância da pavimentação do trecho.
No total, 18 municípios fazem parte da rota, sendo que do Vale do Taquari participam Anta Gorda, Arvorezinha, Doutor Ricardo, Encantado, Ilópolis, Itapuca, Muçum, Nova Bréscia, Putinga, Roca Sales e Vespasiano Corrêa. Já da Serra Gaúcha, fazem parte Bento Gonçalves, Coronel Pilar, Garibaldi, Guaporé, Monte Belo do Sul, Nova Alvorada e Santa Tereza.

 

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Fortes e Livres recebe homenagem no Palácio Piratini

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Muçum - O Esporte Clube Fortes e Livres, fundado em 25 de dezembro de 1916, completou 100 anos em 2016. Por isso, na tarde da última segunda-feira, dia 21 de maio, a equipe esteve no Palácio Piratini, sede do Poder Executivo do Estado, onde recebeu uma homenagem.
O reconhecimento direcionado aos 36 clubes gaúchos que já passaram dos 100 anos de história, contou com a participação do governador José Ivo Sartori e o secretário da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Victor Hugo, que entregaram uma salva de prata (tradicional ornamento em formato de bandeja) para presidentes e representantes dos centenários.
Entre as autoridades estiveram ainda o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto, a secretária do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, o secretário extraordinário de Assessoramento Superior, Idenir Cecchim, além de deputados estaduais e federais. O ex-jogador e técnico da Seleção Brasileira, Dunga, também se fez presente.
Em seu discurso, Sartori destacou a força do futebol gaúcho e a importância que os clubes do interior têm, transcendendo o esporte e promovendo um trabalho social nas comunidades onde se fazem presentes. Ademais, durante a fala, o governador se mostrou amante do futebol e conhecedor de muitos dos homenageados. “Joguei contra o Fortes e Livres uma única vez e empatamos. Foi lá em Santa Tereza”, revelou.
A comitiva que representou o clube muçunense, por sua vez, fez a entrega de camisas do clube a Sartori, Dunga, Noveletto e o secretário Vitor Hugo. Além disso, o presidente da FGF foi incumbido de entregar uma peça ao comentarista da RBS TV, Maurício Saraiva, que por diversas vezes fez menção ao Fortes e Livres durante alguns programas esportivos da emissora.

 

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