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Coluna Pedro Silveira - edição 275

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Criando leis

A palavra lei vem do Latim “lex”, significa uma regra ou norma. Trata-se de uma norma ou um conjunto de normas concebidas por um poder legal e devido, e legalmente constituído para regular a conduta social e impor sanções a quem não cumpre. A função da lei é controlar as ações individuais ou coletivas de acordo com os princípios da sociedade de onde emana. Na ciência do direito, a lei é um conjunto de regras ou normas elaboradas por autoridade competente para delimitar os direitos e obrigações do cidadão, ficando aí refletido o Direito da Cidadania. O caminho importante e enorme de uma lei é: criá-la, fazê-la cumprir e aplicar uma fiscalização permanente.
Qualquer nação só será verdadeiramente evoluída e democrática se a justiça social for consagrada e o princípio democrático do cidadão estiver fortalecido pela sensação de segurança de seus direitos e de suas obrigações, não sendo diferentes de quem quer que seja: Rico ou pobre, fraco ou forte, governante ou governado.
Traço esse exórdio acerca da lei, para comentar a lei que “ Torna obrigatório o uso, durante o dia, nas rodovias, de farol baixo” Entendo eu e entendem os engenheiros de tráfego que declaram suas convicções a respeito do assunto, afirmando ser de alto valor para maior segurança no tráfego nas rodovias, em função de proporcionar aos motoristas um grau elevado de visibilidade, tanto dos veículos a sua frente, como aqueles que estão na sua retaguarda. Apesar de ser uma medida legal de no mínimo, excelente para segurança dos motoristas, após a lei estar em vigor, a televisão flagrou uma centena de maus motoristas não observando esta regra de segurança. O brasileiro adora praticar atos descumprindo regras legais, regras estas totalmente editadas para sua proteção. Assim também é quanto à recusa do uso do cinto de segurança. Tenho ideia clara de que este nosso agir, principalmente de algum tempo, não muito remoto, é reflexo da impunidade reinante, maiormente tecida por maus governantes e por parcela da classe politica. Diga-se em prol da nossa segurança, a esperança que nos resta mora na operação Lava- Jato, para reverter esse quadro de impunidade.

TRAIÇÕES POR ATACADO
[“...ai daquele por intermédio de quem o Filho do homem está sendo traidor! Melhor lhe fora não haver nascido” - Matheus 26.24b

Maior exemplo de que traição é pecado mortal sem perdão tem na figura bíblica de Judas Iscariotes -o protagonista daquele ato eivado de iniquidade , ganância, infidelidade, ignominioso, além de outras maldades- ainda hoje, apesar do imenso tempo em que a traição foi perpetrada, sempre que alguma traição acontece, o procedimento de Judas é rememorado de forma desprezível, com escárnio as maldades por Judas Iscariotes, pois, apesar de discípulo do Mestre o trai por trinta moedas. Necessário gizar que Judas Iscariotes suicidou-se.
Apesar de não possuir maiores informações a respeito das traições divulgadas via “boca a boca”, entre e com partidos políticos, aparecendo nesse palco agremiação partidária que mantém o controle do poder executivo das últimas administrações municipais e um vereador da atual legislatura, o qual comanda quase solito uma nova agremiação política no cenário local, e que - se em verdade se confirmar a versão veiculada na forma antes aqui mencionada, estaria destronando o outro partido o qual manteve-se fiel à aliança firmada perto de duas eleições, restando este último mencionado como a parte traída. A verdade é que a situação ainda não está posta de forma concreta e definitiva, tão logo se ficarem confirmados estes fatos, voltaremos a comentar, com base em atos mais claros e contundentes.
Entretanto, só para ilustrar a ignomínia que a traição provoca, escrevo: AQUELE QUE TRAI É INDIGNO DE SI MESMO. POR ISSO É O MENOR DE TODOS OS MISERÁVEIS.

 

CANTO DA POESIA.
Para que a vida permaneça mais bela, não se deve olvidar a poesia:
CRER OU NÃO CRER.
Não medindo as consequências,
Nem pensando em conclusões,
Não me servindo de exemplos,
Nem portando soluções,
Tão pouco conselhos são.
Assim, vou na pena pegando, engatilhando palavras e
formando orações.

Em que acredito eu, Não sei.
Pois, para crer,
Confiança preciso ter,
E se ninguém me alcança a crença,
Como acreditar, mesmo querendo crer?

Como queima a incerteza de crer,
Visto que só no que vejo confio,
Devo então acreditar naquilo que vejo, não.
Formando assim neste choque inteira desintegração.

Nesta abarcante loucura,
Levanto um devastador pensamento,
às vezes no porquê da vida acredito,
Ainda que mais adiante já começo a questionar.

Mas...é este o trilhar da vida,
E não se pode desviar,
Pois com crença ou sem crença
No final de tudo nada mudará.

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