Jornal Antena - Encantado RS

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Coluna do Mazzarino - Edição 319

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Está circulando dinheiro falso em Encantado, nas notas de R$ 50 e R$ 100. Em paralelo, elas também estão sendo comercializadas. Ou seja, as notas de R$ 50 custam R$ 20 e as de R$ 100 custam R$ 40. A produção vem de Lajeado e o mercado consumidor são encatandenses. O alvo preferido são postos de gasolina e supermercados.


 

Padre Aroldo, a Banda Barbarella e o protesto em Encantado

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Em Encantado, na passeata de protesto contra o governo federal e apoio aos caminhoneiros, uma faixa chamou a atenção. Suas dimensões elevadas e a sua colocação no início da caminhada permitiram concluir que o pedido de “Intervenção Militar no Brasil” era o desejo de todo aquele coletivo de pessoas que ali protestava. E não era! Mas passou tal sensação para aqueles que de fora assistiam o espetáculo da livre manifestação do pensamento.
Vi a foto e lembrei do padre Aroldo Murer. O saudoso sacerdote, em determinado período da história da vida cotidiana local, foi um dos pensadores influentes da cidade.
Seu catolicismo indicou por muitos anos o pensamento local. Há quem diga que Encantado é protegida de tragédias, trovões e chuvas pesadas devido as bênçãos protetoras do sacerdote.
Nos últimos anos de vida, mais discreto, fazia suas reflexões no altar da Igreja Matriz, durante os sermões das missas.
Num destes momentos ele comentou: “O que tem este Barbarella? É Barbarella pra cá? É Barbarella prá lá? E não tem ninguém na igreja!”
O sacerdote, em síntese, percebia o sucesso de um grupo musical que todos os finais de semana levava público aos bailões e, em paralelo, a igreja diminuia a quantidade de frequentadores.
Não há comprovação documental hoje sobre o comentário, mas ele serve como ilustração.
Na verdade, o padre não estava conseguindo entender o novo tempo que vivia. Por um lado,o assédio e paixão por um grupo de cantores e por outro suas missas com menos fiéis.
Enquanto estava questionando o Barbarella, talvez o padre tenha deixado de observar que o clero respondia a cada vez menos as expectativas dos fiéis e em paralelo outros segmentos religiosos se organizavam.
Trazendo para a nossa realidade, estamos também sem entender estes novos tempos. Nos falta informação, distanciamento, compreensão. O contexto que tínhamos, ou que nos trouxe até aqui não mais responde aos fatos do cotidiano.
Tal confusão, com tanta desconstrução, elevação de dúvidas, conflitos e intolerância nos atiram sobre a busca de uma salvação, um porto seguro. Novos grupos, lideranças, e ideias passam a oferecer e estar entre os caminhos para a manutenção e/ou resgate da ordem.
O formato mais rápido da avaliação de um problema é a sua comparação com o processo anterior. Portanto, a probabilidade é que a intervenção militar, a ditadura, a transição ou seja lá o nome ou enfeite que se dê, solucione o problema ou nos ofereça tal sensação.
Caso ele, o processo, não funcione, caso ele não se enquadre, em pouco tempo podemos buscar também, no mesmo passado, um outro caminho: a escravidão.
No meio desta confusão é importante lembrar que também há teses de que ainda não saímos nem do regime militar, nem da escravidão e nem do descobrimento.
Estamos numa época da civilização onde tudo está sendo questionado e muita coisa mudando, mas um fato parece claro: ainda não conseguimos construir as pontes para o futuro. Os atalhos ao passado são, ou parecem ser, melhores que o presente e o futuro.
Pensemos nisto... Talvez o Barbarella seja a trilha sonora do momento com a letra da música de seu maior sucesso: “Eu quero uma canção/que libere as emoções/pra cantar, pra dançar/pra sonhar...”
Queremos esperança! Será que ela está no passado?

CLIC

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Na reunião-almoço da ACI-E, que trouxe a senadora Ana Amélia Lemos, as conversas paralelas avançaram. Aqui o encontro da assessora do prefeito de Lajeado, Eliana Heberle, o vereador Diego Pretto (Encantado) e os prefeitos Marcelo Portaluppi (Vespasiano Corrêa) e Marcelo Caumo (Lajeado).


Namorados
A noite dos namorados, na quarta-feira, em diversos jantares, foi à luz de velas. Quase romântico, se não fosse um detalhe: é que estas velas dividiram espaço também com as telas de celulares. Sinal dos tempos!


Curtas
O prefeito de Imigrante, Celso Kaplan (PP) não prestigiou o roteiro de visitas da senadora Ana Amelia Lemos (PP). Ele está em crise com a sigla. E o partido, ou setores, estão em crise com ele. Kaplan circula na região com o deputado federal Cajar Nardes (Podemos).

Os vereadores Marino Deves e Sander Bertozzi, ambos do PP, não estiveram na reunião-almoço onde a senadora Ana Amelia Lemos foi a palestrante convidada.

No dia 20 de julho, o prefeito Adroaldo Conzatti irá inagurar no bairro Jardim da Fonte a Escola Mundo Encantado, hoje instalada dentro do Parque João Batista Marchese.

No dia 7 de julho, o Clube Comercial de Encantado, realiza a Noite dos Queijos, Vinho e Espumantes.

Na noite deste sábado, a Sociedade José Garibaldi de Muçum promove mais uma edição da Comenda do Peixe. Os comendadores são: Giovani Dalla Lasta Zilio e Juceli Baldasso, Mateus Trojan e Bruna Giordani, Paulo e Sônia Nouals, Alanor e Joviane Trojan, Zilda e Alvaro Bastiani, Marcelo Ziggiotti e Delani Plain, Lourival de Seixas e Jacinta Casagrande, Cézar e Paula Sandri.

O Canto da Lagoa vai acontecer nos dias 23 e 24 de novembro, junto com o Festival do Sorvete e será no Parque João Batista Marchese.

O FestiPizza, de Serafina Corrêa, acontece em sua sétima edição, nos dias 13 e 14, 20 e 21 de julho, com grandes atrações musicais.

Guaporé prepara para agosto a Mostra Guaporé, no autódromo da cidade. A feira envolve o comércio, a indústria e tem como destaque o universos das joias e lingeries.

Carlos Barbosa prepara a 29 edição da FestiQueijo. A abertura é no dia 29 de junho e se espraia até o dia 29 de julho, nas sextas-feiras, sábados e domingos. Os detalhes estão em www.festiqueijo.com.br


Antônio Herold para prefeito de Encantado!

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Numa conversa rápida, perguntei ao odontólogo Jeferson Rabaiolli: “Quem será o prefeito de Encantado daqui dez anos”? A resposta foi um olhar de interrogação e choque.
A resposta como interrogação no semblante de Jeferson é algo natural. Foi uma pergunta, uma provocação, no meio de um quase debate descomprometido de teses sobre o Brasil. O choque depois da interrogação é que ele entendeu o desdobramento da pergunta.
Para mim o mundo é local, ou seja: há uma crise de lideranças no país. E no Vale do Taquari, e em Encantado, não é diferente.
Se Jeferson tivesse feito a pergunta para mim, eu também não teria uma resposta, mas nesta semana, observando a paisagem, encontrei um caminho.
Talvez o prefeito de Encantado daqui dez anos seja o Antônio Herold (foto). O garoto tem 16 anos e classificou-se recentemente num concurso internacional que vai lhe permitir estudar em Nova York, pelo período de um ano.
Então, este cara vai ver mais coisas em 12 meses que eu e vocês juntos em uma década. Vai pensar fora do HD de milhares de bobagens que nos aplicaram ao longo do tempo. Vai ver outras aldeias, tribos, tipos, ideias, formatos, projetos e posturas.
Herold, filho de Álex e Jerusa, entra aqui como uma ilustração. Seu exemplo funciona como pausa, reflexão e quebra de formatos. Precisamos, assim suponho, construir lideranças dentro e fora dos partidos.
Dentro das siglas, pelo que se observa, a aldeia local já está com os nomes dos caciques definidos. E a eleição posterior deverá ter a influência de quem ganhar em 2020. Então, talvez, novos olhares estejam em outros ambientes. Ou em ambientes de múltiplos formatos.
Sobre Herold, caso ele siga a minha sugestão, eu pediria, na condição de eleitor e dentro de sua identidade ecológica, a criação de uma grande área verde, um espaço onde as pessoas possam circular sem o atual loteamento e desordem de uso do Parque João Batista Marchese.
Na sua tela mental, leitor, isto pode ser um pedido tosco, secundário, frágil. Eu concordo, e assim devolvo: “qual o principal problema de Encantado e sua solução”? Alguém arrisca? Boa viagem, Antônio Herold!


“A única certeza é que eu não sei nada!”


“O Facebook é coisa do capeta!”
(Ratinho – apresentador de TV)

“A gente ensina para os outros o que mais precisa aprender!”
(Giovani Cherini – deputado federal – Congresso Brasilieiro de Holística)

“Mulher que não vai em ‘Xis’ contigo não é de fé!
(Miro Busanello – professor de Educação Física – Canoas/RS)

“Não existem pessoas feias. Existem pessoas que não tem poder aquisitivo para se fazerem bonitas.”
(papo de bar com uma leitora)

“Agora, nas redes sociais, todos viraram economista!”
(Milton Fernando, radialista, e nas horas vagas “fiscal” das redes sociais)

“Onde fica afinal Singapura?! Todos falam em Singapura e ninguém diz onde fica!”
(Juremir Versetti, fotógrafo, e nas horas vagas analista de política internacional, em conversa com o colunista)


Clic 2

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Os empresários João Francisco e Nelson Dartora mostraram estratégia. Deram visibilidade aos produtos da Vinil Lady na visita da senadora Ana Amélia Lemos, durante o encontro da ACI-E.


Sartori, Lula e Bolsonaro durante a Copa

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O MDB entra neste frio final de semana em estado de alegria. O governador José Ivo Sartori está bem nas pesquisas. E ele não é candidato. O MDB precisa desta ilusão e talvez ele se concretize em outubro nas urnas.
Contudo, neste festejo, o MDB entra em contradição. O partido, com Germano Rigotto e Sartori, se elegeu contrariando as pesquisas, e, na reta final, portanto, a cautela é fundamental.
Sartori está dominando o cenário por uma causa natural. Ele é o principal político do Estado e está há quatro anos sendo assunto, entre amores e ódios.
A mesma régua funciona para Lula da Silva (PT). Nos últimos 16 anos ele comandou a política como governo, bastidores e oposição neste país. A oposição, em paralelo, não conseguiu nome e biografia para tentar um susto no petista, e, numa terceira leitura, está difícil identificar quem é governo e quem é oposição. Quem é esquerda, centro e direita.
Portanto, a emoção dos lulistas em ler as pesquisas onde o ex-presidente lidera serve como argumento de debate em mesa de café, mas a análise deve e precisa ser mais profunda.
A presença de Jair Bolsonaro e seu crescimento entra na descrição acima de falta de discurso das oposições. Ele é o próprio discurso, e constrange ver petista criticando o seu questionável despreparo. Os petistas sofreram a vida inteira com piadas e críticas sobre a questionável capacidade do ex-metalúrgico como gestor, e os fatos falaram por si.
E antes que digam que aqui está um “robô” do deputado militar, informo que não pretendo votar no Bolsonaro.
As manifestações relatadas são apenas para construir leituras e “teses” neste período de Copa do Mundo onde Galvão Bueno, Neymar e Tite dividem o comando dos temas importantes do país.


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Se caso o Daer não reiniciar as obras de asfalto na ERS 332 até segunda-feira, dia 18,  a prefeita Cátea Rolante disse que irá trancar a rodovia, deixando passar apenas ambulâncias.

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