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Coluna do Mazzarino - Edição 311

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A Era Frankestein

Estamos na Era Frankestein. O citado Frankenstein é um personagem da literatura do terror que o cinema imortalizou. A sua história foi criada pela britânica Mary Shelley, então com 19 anos. Este relato é sobre um cientista que, fora dos métodos naturais, decide criar um novo ser.

 

O interessante é que tal ideia literária, de 1818, está bastante atual. Estamos na busca de um novo ser.
A medicina segue construindo soluções alterando órgãos e corpos e misturando metais, plásticos e sensores. Tatuagens, piercings, objetos, alimentos e energéticos vão desenhando e decorando uma nova estética.
A ideia de nova sexualidade, com seus muitos departamentos, avança. Ou talvez velha, pois sempre existiu. A diferença é que agora busca visibilidade e respeito. O sufocamento de ontem rompe-se para um avanço em linha reta, numa sociedade cheia de curvas, onde todo mundo contraditoriamente, só quer saber da sua vaga no estacionamento do shopping.
A comunicação, devido as redes sociais, entra em novos estágios. É tão veloz e cortante que as dimensões deste processo, numa linguagem popular, são uma avalanche ainda indecifrável que, querendo ou não, de fora e de dentro, todos estamos.
Os conceitos do individual e do coletivo estão em choque. Organizações e pessoas não são mais o que eram. E elas estão buscando entender “o que são” nesta nova avalanche.
Termos como “globalização”, “mundo líquido” e “pós-verdade”, tentam definir algo ainda não completamente decifrável. Quem serão os bombeiros no dicionário deste grande incêndio?
Neste mundo de multiculturas as radicalidades afloram como mantras das tribos falantes numa imensa selva de silêncios.
Em um sentido figurado, é possível vermos gregos e troianos debatendo a alimentação vegetal ou carnívora na busca pela paz, mesmo que para tal se use, se necessário, a guerra.
Enquanto duelos radicais avançam nas redes, cresce na mesma rede a postagem de plantas e bichos como seres integrantes da família ou do nosso bem viver. Anjos e demônios conspiram conforme o interesse, intenção ou desejo.
Os conceitos de liderança e desenvolvimento estão sendo reavaliados. É possível que os robôs nos comandem para estabelecer, ou restabelecer, a ordem, mas é necessário estar atento para saber qual ditador, ou grupo, vai alimentar o chip.
São tempos de Frankenstein, mas a concentração econômica no mundo se amplia. Os ricos avançam. Os conceitos religiosos, dopados pela química (petróleo-armas-medicamentos), dominam o cenário. Os bancos seguem sendo a grande religião universal.
São tempos de Frankenstein, de mudanças e adaptações, de novos conceitos pessoais e geográficos. Porém, observe: o homem quer ir à Marte. É o que mostra a mais recente notícia da ciência espacial. A notícia diz que na nave está indo também um automóvel.
Ou seja, seguimos, na nossa tela mental, com o conceito do automóvel como símbolo de avanço e desenvolvimento. Como ferramenta de marketing e propaganda para o projeto espacial a ideia funciona, mas como elo, ou trampolim, para uma nova era, penso seguirmos à deriva. O carro foi inventado por Henry Ford, como produção em esteira, no século passado.
Temo que neste exemplo, na busca do novo, na tentativa de um futuro melhor, voltemos às caravelas e à nau dos insensatos. Temo que os tempos futuros sigam sendo de “curtir” e “compartilhar” apenas meu espelho conceitual e o da minha tribo.
O outro, as novas ideias, a ponte para uma nova sociedade, seguirá sendo apenas um Frankenstein, um personagem de terror da literatura e do cinema.


 

Rota das Águas e Vales é apresentada em Brasília

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Uma comitiva de prefeitos e vereadores esteve nesta semana com o Ministro do Turismo para apresentar o projeto Rota das Águas e Vales.
A ideia é desenvolver nos municípios de Dois Lajeado, São Valentim do Sul e Cotiporã uma ação conjunta de um novo polo para o turismo regional.
O ministro Marx Beltrão recebeu a comitiva liderada pelo deputado federal Mauro Pereira (MDB).
Na audiência estiveram os prefeitos Tiago Grando (Dois Lajeados), Geri Macagnan (São Valentim do Sul) e José Carlos Breda (Cotiporã). E também o presidente do Legislativo e a vereadora de São Valentim do Sul, respectivamente, Moises Cavanus e Ivânia Gheno.

 

Lançamento

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O Grupo Sulitália, de Encantado, está lançando o seu CD. Ele é formado por Juca Moresco, Ildo Parise e Mauri Horn.
Diante do talento individual reconhecido na região e estado, o trabalho deles em trio merece destaque.

A vida como
ela é...
Aconteceu num município do Vale do Taquari. Diante da delicadeza da história evitarei diversos detalhes. O leitor, com sua sensibilidade, compreenderá.
O nosso personagem passou a sentir um desconforto. Dores, tonturas progressivamente lhe incomodavam.
Diante do quadro foi levado para um plantão. A equipe o atende e pede detalhes. Ele então solicita para conversar a sós com o médico. Diante da insistência, é atendido no seu pedido.
O médico ouve o relato, pede um exame de Raio-X e o encaminha para um hospital numa cidade vizinha.
O paciente havia colocado uma laranja na região anal. Paramos por aqui!


Eleição 2018

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Vereador Diego Pretto, candidato a deputado federal?
Não deve ir – O vereador Diego Pretto é novo na política. Não terá concluído meio mandato até outubro deste ano. É inexperiente, precisa de mais conhecimento, informação e articulação para posteriormente avançar.
O Vale do Taquari não tem tradição em fazer nomes na esfera federal. Os territórios de votos, os chamados “currais” eleitorais estão definidos entre os grandes nomes das siglas.

Deve ir – O vereador Diego Pretto é jovem e deve usar tal disposição para fortalecer e avançar na construção de sua liderança. A experiência que lhe falta só a campanha e nos novos desafios vão permitir que isto aconteça.
O Vale do Taquari, como não tem tradição em fazer nomes para a esfera federal, precisa mudar tal realidade e uma nova ótica e ação é importante acontecer.
A tese da divisão de currais é questionável. Um novo eleitor está vindo depois da Operação Lava Jato e a redes sociais são uma ferramenta que oferece novas formas de interagir com os eleitores.

CONCLUSÃO - Você decide!


Neste ano que inicia o trevo do Bairro Fátima, em Muçum, na ERS 129, ainda não fez vítimas. Mas isto não significa que as necessidades de modificações em busca de mais segurança  aos motoristas sejam necessárias.


A Divine Chocolates estuda implantar uma loja em Gramado. O item principal é o ponto, no centro.

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